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Quadrinho Nacional: Um mercado em ascensão

November 16, 2016

Em um período de pouco mais de 100 anos, a indústria dos quadrinhos teve um crescimento bastante significativo, tanto internacionalmente quanto nacionalmente, principalmente no que se refere ao mercado de publicações independentes.

 

De acordo com Paulo Ramos em seu livro Revolução do gibi (Devir,2012), no ano de 2007 houve uma maior produção de quadrinhos no país e uma grande parcela de editoras  demonstravam interesse nas produções nacionais. Segundo ele, os autores brasileiros, a exemplo do que estava acontecendo na Europa, começaram a criar histórias mais longas e elaboradas.

 

Com a facilitação nos processos de impressão e com a inserção dos quadrinhos em leis de incentivo à cultura, muitos autores decidiram publicar seus trabalhos, gerando um grande crescimento no mercado de quadrinhos independentes.

 

Ainda de acordo com Paulo Ramos, 2011 pode ser considerado um ano histórico  para a produção brasileira de quadrinhos, pois  nunca na história do país havia se produzido tanto material nacional, e os quadrinhos ganharam espaço  e se enraizaram de vez no solo editorial brasileiro.

 

 

Segundo o autor, pouquíssimas editoras não apostaram nas novas propostas de quadrinhos. E eventos como o Festival Internacional de quadrinhos tiveram um papel crucial nessa evolução, pois no ano de 2011 houve pelo menos 40 a 50 novos títulos autorais, produzidos em diferentes partes do país.

Paulo Ramos ainda acrescenta, que iniciativas como as da editora Nemo, do grupo Pandemônio e a aposta dos estúdios Maurício de Sousa em novos projetos editoriais, tenham contribuído bastante para a consolidação dessa nova fase do quadrinho Brasil.

 

Para quem quer conhecer um pouco do mercado independente, têm acontecido muitos eventos de quadrinhos em Belo Horizonte, como o FIQ, Faísca - Mercado Gráfico e feiras independentes e pelo Brasil, como a Bienal de Quadrinhos de Curitiba e a Comic Con Experience, em São Paulo.
 

Referência bibliográfica: Revolução do gibi, Paulo Ramos, Devir, São Paulo, 2012

 

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