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A Importância da Qualidade do Material de Trabalho do Aquarelista

February 17, 2017

Falando técnica e profissionalmente sobre os materiais que uso e recomendo, aqui nesse link, Roger Cruz dá uma resumida boa sobre a qualidade das aquarelas (fazendo um bom comparativo sobre a solvência das tintas de mesma marca, mas de linhas distintas: estudante e profissional – e que fazem uma gigantesca diferença, acreditem), e sobre pincéis, comenta do Série 7: “A ponta é uma agulha de tão precisa e eles acumulam uma quantidade surpreendente de líquidos.”, coisa essa que, infelizmente, até hoje não descobri em nenhum pincel nacional.

 

E Marcelo Albuquerque faz um apanhado de diversas marcas de aquarelas, pelo mundo, e nos dá um comparativo e um estudo a fundo das diferenças entre elas, dentro de uma hierarquia de qualidade, para estudantes e profissionais, e uma aula super bacana sobre suas transparências, pigmentações, aglutinantes e toda matéria prima.

 

Sobre o Série 7,  resolvi buscar algumas informações picadinhas por aí na net e juntei tudo aqui nesse resuminho para que possamos entender melhor do que estamos falando:

 

Winsor & Newton desenvolveram, em 1886, especialmente para a Rainha Victoria, os pincéis Série 7 com o melhor e mais fino pêlo para se trabalhar, de Marta Kolinsky, para o uso com aquarelas por sua maciez, elasticidade, poder de absorção de água e tinta e sua durabilidade.

 

Considerado pelos grandes aquarelistas e grandes mestres um dos melhores pincéis do mundo. Eu mesmo tenho um nº20 que na época em que comprei custava em torno de 280 reais, um detalhe que conto só para enfatizar a qualidade do mesmo, já que seu custo benefício é fundamental. O mesmo existe até hoje e nunca quebrou um pêlo sequer (pêlos soltos e quebrados são um desastre à parte para quem pinta com aquarela) e continua o mesmo há 22 anos, desde que o adquiri.

 

Esse pelo é extraído do rabo da Marta Kolinsky, que vive no norte da Sibéria, Manchúria e Mongólia. Lembrando que o pelo de Marta (apenas) vem da Marta vermelha, que não é tão bom quanto os pincéis de pelos de Marta Kolinsky (foto), que faz toda uma diferença.

 

Texto editado, publicado originalmente no site: Laz Muniz a Gogo

 


 

 

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