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Quando o Desenho Conversa com os Desenhistas!

Na prática diária de estudos dos desenhistas é muito comum vê-los observando objetos, composições e paisagens. Com o objetivo de aguçar a percepção do olhar em relação aos valores de proporção e volume, entre outros elementos que auxiliam na reprodução ou na criação de imagens. E na maior parte das vezes, esses artistas estão sozinhos em um ambiente fechado, com seus materiais de desenho e totalmente focados. Dividindo o olhar e a concentração entre o papel (ou a tela, se pensarmos nas ferramentas digitais) e o objeto de estudo. Tudo parece muito silencioso, imersivo e solitário. Não é verdade? 

 

Essa sensação de isolamento é natural porque o objeto observado é estático. Ele não reage e não interage com o artista. Quantas vezes ouvimos a expressão “Natureza morta”?

 

Com essa rotina, dia a dia, o desenhista se acostuma a estudar e produzir seu trabalho. Apenas mirando seu alvo de estudo e ouvindo seus próprios pensamentos e questionamentos. O tempo e o espaço para eles deixam de ser percebidos. E tudo acontece dentro de suas cabeças. Com certeza vocês já se enxergaram em situações onde vocês estavam desenhando e não viram a “hora passar”!

Quando experimentamos outras maneiras de estudar, conseguimos alcançar resultados diferentes e novas experiências. E é com essa proposta que as Sessões de Modelo Vivo do Estúdio Black Ink acontecem.


Desenhar a figura humana é um dos maiores desafios na longa estrada do estudo do desenho. Mas quando você tem a oportunidade de observar um modelo respirando e com movimentos sutis, posando para você no mesmo ambiente e nas mesmas condições de iluminação em que você está, gera uma percepção no olhar muito diferente de quando se observa uma foto. O modelo está vivo interagindo com os artistas! Reagindo aos olhares, ao cansaço e ao tempo que ele fica em determinada pose.

O que vemos quando observamos e desenhamos um modelo vivo não são só suas formas e musculatura, mas também suas contrações e movimentos involuntários. As características anatômicas que mostram a “naturalidade”.


Uma outra experiência que surge com as sessões de modelo vivo é a dinâmica entre os artistas. Muitas pessoas, com estilos e técnicas diferentes desenvolvendo o mesmo estudo. Um momento de catarse que estimula todos a conversarem e trocarem idéias.

O Estúdio Black Ink oferecerá todos os meses, sessões com modelo vivo para inserir essa prática de estudo no mercado criativo de Belo Horizonte e convidar os artistas a conversarem com seus desenhos!​

A ex-aluna do Estúdio Black Ink e ilustradora Val Armanelli nos falou um pouco sobre a importância da sessão de modelo vivo para ela:

 

"Quando eu observo e desenho modelos vivos, presto atenção nas poses e nas formas dos corpos. Principalmente os modelos com características anatômicas incomuns , e também na dinamicidade.

 

Participar de sessões em grupo é legal pra ver os diferentes olhares e ângulos, além do ambiente do Black Ink ser acolhedor tanto para o modelo quanto pra quem está desenhando."

 

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